O momento é de paciência e de espera,de se colocar na posição de escutar,
observar,ao invés de ter certeza demais das coisas.
Todos nós, em geral, tendemos a uma posição de “certeza absoluta”,
como se a verdade fosse sempre nossa.
Temos que finalmente nos permitir um esvaziamento de nossos pontos de vista mais arraigados.
Isso é libertador, pois se relacionar envolve e demanda a morte de certezas absolutas,
para que assim possamos admirar a verdade que surge do outro,
não necessariamente para torná-la maior do que as nossas próprias,
mas para que possamos ver o outro como um outro
e não como uma extensão de nossos desejos e vontades.
Vivemos num mundo tão absorvente, tão vertiginoso, que acabamos esquecendo de escutar.
(Autor desconhecido)

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